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Templo de Reflexão

A Fábula do rato

Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro....

Templo de Reflexão

Templo de ReflexãoPor: Irineu Castanheira

07/08/2019 05h29Atualizado há 3 meses
Por: Irineu Castanheira
Ilustração/web
Ilustração/web

A fábula que segue  nos leva a refletir quanto aos “problemas de trabalho” e as relações interpessoais. A Fábula do Rato, nos mostra claramente como deveríamos nos comportar no Ambiente de Trabalho. Muitas vezes esquecemos que fazemos parte da mesma Rede de Relações Interpessoais.

 

Nós os seres humanos, não podemos voar como os pássaros; no entanto, aprendemos a voar a uma altura inimaginável por qualquer ave voadora, nossos aviões voam a mais de 10.000 metros de altitude, e com nossos foguetes alcançamos 400 mil quilômetros e fomos à lua.

Nós os seres humanos, não podemos correr na terra como um Guepardo (também conhecido como chita, lobo-tigre leopardo-caçador e onça-africana) que alcança 115 ou 120km/h; no entanto com nossa Ferrari alcançamos mais de 350 Km/h e há outros “carros de passeio” que  alcançam mais de 400 km/h.

Em fim nós os seres humanos, podemos alcançar muito mais, no entanto será que alcançaremos um entendimento, uma compreensão, uma relação interpessoal no ambiente de trabalho mais harmônica, mais eficaz, mais feliz?

Segue a fábula… tente imaginar em qual animal você se encaixaria. Seria o Rato? A Galinha? O Porco? Ou a Vaca?

A fábula do Rato:

Um Rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.

Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.

Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:

– Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!!

Galinha disse:

– Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.

Então o rato foi até o Porco e disse:

– Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!

– Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. Será lembrado nas minhas orações.

O rato dirigiu-se à Vaca. E ela lhe disse:

– O que? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!

Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima.

A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.

No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher… O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.

Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal. (a Galinha)

Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.

Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.

A mulher não melhorou e acabou morrendo.

Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.

Moral da Estória: “Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco. O problema de um é problema de todos.”

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