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Prefeitos têm até sexta-feira (26) para se habilitar aos recursos da dívida 2014/2018 do Estado com municípios

Como parte do esforço do governo do Estado em quitar dívidas não empenhadas da Saúde do período 2014/2018, foi enviado aos prefeitos, nesta semana, um documento com os valores indicativos que cada município tem direito a receber.

25/11/2021 às 23h00
Por: Irineu Castanheira Fonte: Secom Rio Grande do Sul
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Como parte do esforço do governo do Estado em quitar dívidas não empenhadas da Saúde do período 2014/2018, foi enviado aos prefeitos, nesta semana, um documento com os valores indicativos que cada município tem direito a receber. Consolidados por meio de auditorias, os créditos totalizam cerca de R$ 430 milhões. No Estado, 494 municípios têm direito a receber recursos.

A partir do retorno dos prefeitos, o Estado poderá gerar os empenhos que irão, por sua vez, viabilizar os pagamentos. Os documentos enviados aos prefeitos devem ser devolvidos até sexta-feira (26/11) para o e-mail[email protected]

Os recursos pendentes se referem a programas como Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Primeira Infância Melhor (PIM), Assistência Farmacêutica Básica, Equipe da Saúde da Família e Política de Incentivo da Atenção Básica em Saúde.

"Queremos muito zerar essa dívida do Estado com os municípios, para que possam reinvestir em ações concretas que beneficiem a população, como mutirões para diminuir demandas reprimidas com a pandemia, cirurgias e consultas. Para que possamos avançar no processo, precisamos que os prefeitos retornem o documento no prazo", explica a secretária da Saúde, Arita Bergmann.

Presidente do Conselho das Secretarias Municipais de Saúde (Cosems), Maicon Lemos também entende que o recurso será fundamental para ampliar o acesso dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) a consultas e cirurgias represadas pela pandemia nos últimos anos. "Os municípios estão, em sua maioria, com o orçamento de 2021 extremamente comprometido, então esse pagamento irá representar uma possibilidade de voltarmos a investir e qualificar a saúde no RS", afirma Lemos.

Texto: Ascom SES
Edição: Secom

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